Fagep destaca a importância da equidade de gênero na pesquisa e reforça o papel estratégico das Fundações de Apoio no fortalecimento da ciência e da inovação no Brasil.

No dia 11 de fevereiro, celebra-se o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência, data instituída pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2015 para reconhecer a importância da participação feminina na pesquisa e na inovação. De acordo com a UNESCO, apenas 33,3% dos pesquisadores no mundo são mulheres, dado que reforça a necessidade de ampliar oportunidades, combater desigualdades e valorizar trajetórias femininas no campo científico. A data convida instituições públicas e privadas a refletirem sobre o papel da diversidade como estratégia para o avanço da ciência e do desenvolvimento humano.

Ao longo da história, mulheres como Marie Curie, Katherine Johnson, Vera Rubin e a brasileira Vanessa
Romanelli foram responsáveis por descobertas que transformaram a humanidade. No entanto, barreiras culturais e estereótipos de gênero ainda afastam meninas das áreas científicas desde a infância. Promover equidade significa criar ambientes institucionais que incentivem vocações, reconheçam talentos e garantam condições justas para que mais mulheres liderem pesquisas e projetos de inovação.

Nesse contexto, as Fundações de Apoio cumprem papel essencial ao viabilizar a gestão administrativa e financeira de projetos de ensino, pesquisa e extensão, contribuindo para que o conhecimento científico se transforme em impacto social. Na Universidade Federal de Goiás, três mulheres ocupam a direção das fundações parceiras (FUNAPE, Fagep e RTVE).

Para a diretora-presidente da Fagep, Lucilene Maria de Sousa, a data é também um símbolo de conquista e responsabilidade. “Celebrar o Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência é reconhecer uma trajetória construída com coragem e competência. Como mulher, tenho orgulho de valorizar tantas outras mulheres que transformam a ciência todos os dias. Precisamos continuar criando oportunidades para que meninas sonhem, ingressem e permaneçam na pesquisa, contribuindo para um Brasil mais inovador e mais justo”, destaca.

Foto: Wesley Costa/O Popular

Em atenção ao tema, a Fagep elaborou uma Cartilha sobre o tema. O documento integra as atividades do projeto institucional Coletivizar, que promove a diversidade, a equidade e a inclusão no ambiente da fundação.
Acesse a cartilha aqui!

Texto: Monique Pacheco